O LP foi editado no Reino Unido a 21 de Março
de 1983 e nos Estados Unidos a 2 de Abril. The
Final Cut chegou a Nº 1 de vendas nas tabelas do Reino Unido e
a Nº 6 nos Estados Unidos. A 23 de Maio de 1983, The
Final Cut atingia o auge, sendo então disco de ouro
e de platina, atingindo em 31 de Janeiro de 1997, a dupla platina.
Originalmente, este trabalho estava agendado para ser a banda
sonora do filme "The Wall", no entanto a sua particularidade e
evolução fez com que se torna-se um albúm conceitual marchando
contra a guerra e com o então subtitulo, "A requiem for the
post war dream" ("uma elegia para o sonho do
pós-guerra").
Este
trabalho parece estar dividido em duas partes, duas histórias que
acabam por se intercalar, sendo que uma ao que tudo indica, seria a
visão de Roger Waters sobre os problemas do mundo actual,
nomeadamente a Guerra das Malvinas, a condenação pelos actos de
Margaret Thatcher, Ronald reagan, Menehem Begin entre muitos
outros. Waters termina este trabalho com uma visão do que pode
vir a contecer, o Holocausto Nuclear.
Também podemos "assistir" a uma breve história de
patranóia sobre um veterano da Segunda Guerra Mundial, que se supõe
o seu envolvimento no bombardeamento de Dresden. Os caminhos de
Waters cruzam a sua passagem pela escola culpando-a pelos seus
problemas, (One of the Few, The Hero's Return),
lamenta a sua vida em (Paranoid eyes) e chegando quase ao
suicídio (The final cut).
“Not now John” foi editado em
single (sendo o verso “fuck all that” dobrado
para “stuff all that” e tendo no lado 2 uma
versão mais comprida de “The Hero's Return”.
Foi também feito um vídeo EP para acompanhamento de quatro das
canções do álbum e realizado pelo (na altura) cunhado de
Waters.
Em
1986, o álbum foi editado em CD e em 1994 foi reeditado com nova
mistura digital. Para comemorar o 21º aniversário do lançamento foi
editado em 19 de Março de 2004 com nova mistura e nova embalagem,
contendo a faixa “When the tigers broke free”,
anteriormente apenas acessível em single ou na banda sonora do
Filme “The Wall”.sendo este um dos discos mais
controversos dsa banda, waters quase não teve ajuda dos restantes
menbros do grupo, pois achava-se o "dono" dos Pink Floyd, ao que
podemos considerar este trabalho como um trabalho a solo de
waters.
Na
contracapa pode ler-se: uma obra de Roger Waters executada pelos
Pink Floyd, dava-se então o incio do fim da banda.
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